O povo de Deus no Antigo Testamento adquiriu organização com a família de Abraão, quatrocentos anos antes de Moisés. A lei cerimonial foi um apêndice acrescentado para reger o culto a Deus e para prenunciar o Redentor até a vinda de Cristo. Depois da vinda de Cristo, o ritual nacional, com todos os seus tipos e sombras, foi anulado. Porém tal anulação, em nada afetou o pacto original com Abraão, qua ainda permanece para ele e sua semente, de modo tão certo como no dia em que foi estabelecido pela primeira vez. Tal pacto está em vigor como verdadeiro fundamento da igreja invisível. (Charles Hodge, 1797-1878, em O Batismo Cristão, Ed. Cultura Cristã, 2003)
"Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte." (Mateus 5:14)
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Lí, gostei e recomendo #024 >>> A Tragédia da Guanabara
... E a quantos se obstinassem nas idéias dos reformados Villegaignon ameaçou de morte ainda mais horrenda que a infligida ao três mártires (J. du Bourdel, M. Verneuil e P. Bourdon) assegurando-lhes, de modo enfático, que seria para com eles mais rigoroso do que o fora para com estes.
(in: A Tragédia da Guanabara: A história dos primeiros mártires do cristianismo no Brasil, de Jean Crespin, Editora Cultura Cristã, 2007)
segunda-feira, 28 de março de 2011
Lí, gostei e recomendo #023 >>> Filosofia para Iniciantes
(in R.C.Sproul, Filosofia para Iniciantes, Editora Vida Nova, 2002)
domingo, 26 de dezembro de 2010
Lí, gostei e recomendo #022 >>> A Abolição do Homem
A Abolição do Homem - C.S. Lewis, Editora Martins Fontes, 2005.
... Não se pode “ver o que está por trás” das coisas para sempre. Todo o propósito que existe em ver o que está por trás de alguma coisa reside justamente nisso: em ver, através dessa coisa, um objeto real. É bom que a janela seja translúcida, justamente porque a rua ou o jardim além dela são opacos. E se também fosse possível ver através do jardim? Não há nenhuma utilidade em tentar “enxergar o que está por trás” dos primeiros princípios... “Ver o que está por trás” de todas as coisas é o mesmo que não ver nada.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Lí, gostei e recomendo #021 >>> Romanos
João Calvino em seu livro Romanos expõe sobre os versículos 33 a 36 do capítulo 11 da Carta do Apóstolo Paulo aos Romanos.
Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!
“ ... Ao ouvirmos as palavras, Ó profundidade, sentimo-nos incapacitados para expressar a imensurável força que esta declaração de espanto encerra no sentido de reprimir a temeridade da carne... O apóstolo nada mais pode fazer senão ponderar e exclamar que as riquezas da sabedoria de Deus são demasiadamente profundas para que a nossa razão seja capaz de sondá-las... Ele prossegue ainda com sua exclamação, na qual exalta ainda mais o mistério divino, enquanto que nos refreia ainda mais da natural curiosidade de nossa investigação. Aprendamos, pois, a evitar as inquirições concernentes a nosso Senhor, exceto até onde ele se nos revelou através da Escritura. Do contrário, entraremos num labirinto do qual o escape não nos será fácil... Já que nosso dever é deixar-nos guiar pela orientação do Espírito, então devemos ficar e permanecer onde ele nos deixar. Se alguém presume conhecer mais do que o Espírito lhe haja revelado, o mesmo acabará sendo fulminado pelo imensurável fulgor dessa luz inascessível. Não devemos esquecermo-nos da distinção entre o conselho secreto de Deus e sua vontade revelada na Escritura. Ainda que toda a doutrina da Escritura exceda, em sua sublimidade, ao intelecto humano, todavia os crentes que seguem o Espírito como seu Guia, com reverência e circunspecção, não são proibidos de ter acesso à vontade divina. Entretanto, outro é o caso em relação a seu conselho oculto, cuja profundidade e cuja altura não temos como atingir através de nossa investigação... “
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Alguém disse #010 - Sobre a autoridade de Deus.
Devemos simplesmente lembrar disso: que Deus seria privado de parte de sua honra caso não lhe fosse permitido exercer autoridade sobre o homem de ser o árbitro de sua vida e de sua morte.
(João Calvino, em Romanos, Edições Parakletos)
(João Calvino, em Romanos, Edições Parakletos)
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Alguém disse #009 - Sobre o céu.
Reproduzo aqui palavras de Jonathan Edwards (1703-1758), em tradução livre do livro de bolso - Heaven: a world of love - editado pela Banner of Truth Trust em 2008.
“Todo salvo no céu é como uma flôr naquele jardim de Deus, e o amor santo é a fragrância e o cheiro doce que todas elas exalam, e que preenchem as moradas daquele paraíso celestial. Cada alma lá, é como uma das notas de um concerto de prazerosa música, que suavemente harmonizam-se uma com a outra, e onde todas as notas combinam-se no mais alegre arranjo de louvor eterno a Deus e ao Cordeiro. E assim todos se ajudam mutuamente, ao máximo, para expressar o amor de toda a sociedade ao seu Pai e Cabeça, e para retornar o amor para a grande fonte de amor, pela qual eles são supridos e cheios de amor, e de santificação e glória. E assim eles amarão, e reinarão em amor e em alegria divinal, que é o seu fruto abençoado, de tal maneira que nenhum olho já viu, nem ouvido ouviu, nem alguém nesse mundo imaginou em seu coração; e então, na plenitude da esplendorosa luz do trono, cativados pela felicidade que aumenta sem fim, e que também é eternamente plena, eles viverão e reinarão com Deus e Cristo para sempre e sempre!”
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